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Com exploração em três aterros, existe produção de biogás nos aterros de Aveiro, Coimbra e Figueira da Foz. Em Aveiro Existem três células. Duas estão células fechadas, a célula 1 (1998 a 2004) está em exploração de biogás e a célula 2 (2004 a 2009) prepara-se para ser ligada è exploração. A terceira está actualmente a receber resíduos.
Célula 1 com vista para a ETAL e antiga Lixeira Célula 2 em fase de fecho
Em Coimbra Também existem três células. Duas estão células fechadas e com extracção de biogás, são as célula A (1998 a 2004) e a célula B (2004 a 2009). A terceira está actualmente a receber resíduos.
 | | | Célula A de Coimbra | Célula B de Coimbra | | | |  | | | Célula C de Coimbra | |
Na Figueira da Foz
Existe uma célula selada e com rede de biogás ligada a um queimador e uma célula B, que já recebe resíduos desde Janeiro de 2009.
| | | Célula A na Figueira da Foz | |  | | | Célula B na Figueira da Foz | |
A ERSUC produz energia nos aterros sanitários de Aveiro e Coimbra. O biogás devido à sua composição maioritária de metano (até 60%), contribui para as emissões de efeito de estufa. Por essa razão é feita a queima do biogás, que gera maioritariamente CO2 , e como uma tonelada de metano equivale a 23 toneladas de dióxido de carbono (CO2) é mais benéfico na redução das emissões. Na ERSUC essa combustão é feita com aproveitamento energético em Aveiro e Coimbra e na Figueira da Foz existe um queimador, mas prevê-se que no próximo ano esteja instalada uma central para o aproveitamento energético. Queimador do Aterro da Figueira da Foz
A produção de energia é feita através de motores de combustão interna, onde a energia química contida no biogás é convertida em energia mecânica. Com um alternador acoplado (gerador), esta energia mecânica é convertida em electricidade, que depois é exportada para rede eléctrica nacional.
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